De dentro

Dentro de nós moram todas as dores do mundos. Aquelas ainda escondidas e que aparecem no momento não esperado. Nunca se está pronto para enfrentá-la, nunca. Se vive e, então, se aprende, mas depois. O mastigar faz parte do processo de ser tornar uma nova pessoa. Diante das dores vividas a certeza é de que nunca mais se verá ou terá a pessoa que fomos antes do acontecido. Seremos novos.

Das lembranças, abraço os bons momentos, as orações secretas e a certeza de um coração dedicado e que quis amar. Abraço as lembranças das risadas e a certeza de que pertencemos, antes de tudo, a ninguém. Nos abrimos para andar junto, mas não pertencemos um ao outro. Recebo e depois entrego. Não sobrecarrego o ombro dos outros ou o meu com um fardo pesado, principalmente falando de amor. Há que se ter caminho, passo simples, fluência, harmonia, espontaneidade para que o amor floresça, seja podado e nasça ainda mais bonito.

Devolvo-o com o coração livre. Foi-se o tempo. Ficaram memórias e saudades. Liberto-me também. Recebo-me e reconstruo-me nova, nunca mais serei a mesma.

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