Onde mora a poesia?

Que bagunça!

Olha só a confusão!

Só vejo cacos e vidros

Palavras partidas

Sentidos ao vento

Tá tudo tão escuro

Meu coração só lampeja

e eu? fico onde?

Vou pra onde?

 

Você viu? Viu a luz?

Brilhou de novo!

Tem um pedaço

de letras perdidas

caído no chão

perto do cadarço

Lampejo mental

de um, talvez, caminho.

Vamos seguir?

E esse vento?

Cadê o sentido?

Até o tênis perdi

Pobre de mim

Não sei me achar

Foi-se o texto

Foi-se a esperança

Espera!
Viu aquela pessoa?

 

É transcendente!

Você sentiu?

E os argumentos?

Ainda estou a refletir.

Um centro

Novo centro

Centrando tudo

Tudo certo.

Certamente

Seguirei

Centralizado o

incerto por meio

da transcendente luz.

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